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Petrobras deve confirmar Silva e Luna para presidência da estatal nesta segunda

Analistas acreditam que assembleia geral extraordinária da Petrobras marcada para esta segunda-feira, 12, inaugura uma nova fase da empresa. A reunião selará a saída de Roberto Castello Branco e a eleição do general Joaquim Silva e Luna para o conselho da estatal, pré-requisito para que o militar seja efetivado, posteriormente, como presidente da companhia. Silva e Luna foi indicado para o comando da estatal pelo presidente Jair Bolsonaro sob críticas à política de preços dos combustíveis. Para o diretor do centro brasileiro de infraestrutura, Adriano Pires, a governança da Petrobras não foi respeitada e isso deve pautar a reunião de conselheiros desta segunda-feira. A reunião desta tarde acontece sob um forte clima de incerteza. O comitê de pessoas da Petrobras considerou que parte dos indicados para compor o Conselho de Administração da estatal não preenchem os requisitos da lei especial das estatais e na política de indicação da empresa.

Segundo o ex-diretor de gás e energia da estatal, Ildo Sauer, apesar das ressalvas, o resultado final não deve ser alterado. “Os acionistas, ditos minoritários, em geral apresentam durante a assembleia a sua discordância com relação ao processo que está em curso. Mas a decisão final sempre prevalece a vontade do acionista controlador, que é o governo”, disse. O conselho de administração da Petrobras tem 11 assentos, mas na age estarão em jogo oito vagas. A união apresentou chapa com oito nomes para a assembleia, enquanto os minoritários lançaram quatro candidatos. São, portanto, 12 candidatos para oito vagas na assembleia.

*Com informações do repórter Vinicius Moura

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