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Espanha permite a entrada de turistas vacinados contra Covid-19; brasileiros ficam de fora

A Espanha, a partir desta segunda-feira, 7, permitirá a entrada de todos os viajantes fora da União Europeia que comprovarem que foram totalmente vacinados contra a Covid-19, com exceção de turistas vindos do Brasil, Índia e África do Sul. Os três países foram barrados por causa da alta incidência de variantes do coronavírus em seus territórios. Serão aceitas pessoas imunizadas pelo menos 14 dias antes da chegada na Espanha com alguma das vacinas aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) ou pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como as da PfizerBioNTech, Moderna, AstraZenecaUniversidade de Oxford, Johnson & Johnson, Sinopharm ou CoronaVac. A partir desta segunda também estão permitidos os cruzeiros internacionais, que estavam proibidos desde o início da pandemia. Segundo o secretário de Estado do Turismo, Fernando Valdés, entre os meses de julho e setembro, a Espanha “vai receber entre 14,5 e 15,5 milhões de turistas”, mais que o dobro do que o país recebeu em 2020.

Além de estarem vacinados, os turistas terão que preencher um formulário de controle de saúde através do aplicativo Spain Travel Health (SpTH). De acordo com o jornal El Mundo, serão instalados dois postos de controle em portos e aeroportos. Um deles será destinado a uma verificação rápida para turistas que vêm de países ou áreas não incluídas na lista de países em risco. Esses visitantes deverão apresentar o “certificado verde digital”, um QR Code padronizado para todos os 27 países-membro da União Europeia, que informa se o turista está vacinado contra a Covid-19, já teve a doença ou se testou negativo. Além de testes de RT-PCR, serão aceitos testes rápidos de antígenos aprovados pela UE. O documento será lançado oficialmente no bloco no dia 1º de julho, mas a Espanha se ofereceu para realizar um projeto piloto. O outro posto será destinado a quem vier de áreas incluídas na lista de países de risco. Os turistas dessas localidades passarão por um controle documental aleatório, que levará em consideração o local de origem do viajante e o nível de incidência da doença em seu país.

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